EMBAIXADOR DE ESPANHA REÚNE EMPRESÁRIOS PORTUGUESES

GRUPO INFORPRESS DESENVOLVE STAND PARA A COMISSÃO EUROPEIA

GRUPO INFORPRESS ORGANIZA 1.º PEQUENO-ALMOÇO DE FORMAÇÃO

DOUTORADO EM MARKETING SOCIAL E COMUNICAÇÃO EM SAÚDE PELA UNIVERSIDADE DE MANCHESTER

MINI-BREAKS E PÁGINAS AMARELAS

 

 

 

 Sobre nós

 

 

 

 

 

Relações económicas Portugal-Espanha em debate

 


EMBAIXADOR DE ESPANHA REÚNE EMPRESÁRIOS PORTUGUESES

O Grupo Inforpress promoveu um jantar no Hotel Pestana Palace, em Lisboa, entre o Embaixador de Espanha em Portugal e uma selecção de empresários nacionais com interesses económicos no país vizinho. O encontro teve como objectivo estreitar relações diplomáticas e desencadear uma saudável troca de ideias sobre projectos ibéricos.

A lista de convidados incluiu presidentes e administradores das maiores empresas portuguesas: Abertis Portugal, Banif, Bial, Cepsa, Chipidea, Delta Cafés, EDP, José de Mello Saúde, Millennium bcp, Mota-Engil, Santander Totta, Somague, Vista Alegre, Vicaima, Schindler e Media Capital. No final, ficou a promessa de repetir a experiência, em terras espanholas.

 

 

 

 

 Exposição “Dias Europeus do Desenvolvimento” traz especialistas ambientais a Lisboa

 

 


GRUPO INFORPRESS DESENVOLVE STAND PARA A COMISSÃO EUROPEIA

O impacto que as alterações climáticas têm na evolução da humanidade foi o tema da segunda edição do projecto “Dias Europeus do Desenvolvimento”, que decorreu na FIL, em Lisboa. A iniciativa é da responsabilidade da Comissão Europeia que procura, desta forma, despertar os estados-membros para a necessidade de desenvolver consciência crítica sobre temas como a ajuda humanitária e poluição.

O Grupo Inforpress teve a seu cargo a concepção e criação do stand da Comissão Europeia, o mais visitado durante todo o evento, por onde passaram Louis Michel, Comissário Europeu do Desenvolvimento e Ajuda Humanitária, e Kofi Annan, ex-Secretário Geral da ONU.

O objectivo do stand era criar um espaço “verde” e relaxante, em que os visitantes se sentissem descontraídos e com a sensação de estar num jardim. As mesas de apoio aos visitantes foram desenvolvidas com base nos cinco elementos de actuação da Comissão Europeia para o Desenvolvimento: Ar, Água, Fogo, Terra e Homem. Assim, a mesa Ar era um cubo de vento (com penas a voar impulsionadas por ventoinhas), um aquário real servia de mesa Água, a mesa Fogo era um cubo de velas ardentes, uma porção de terra funcionava como mesa Terra e a mesa Homem era a “Caixa do Compromisso”, onde cada pessoa era convidada a escrever o seu compromisso pessoal para construir um mundo melhor.

 

 


 

 

 

 

 

 

Grupo Inforpress convida José Bancaleiro a partilhar experiências

 


DEBATER POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS AO PEQUENO-ALMOÇO

O Grupo Inforpress organizou o 1.º Pequeno-Almoço de Recursos Humanos (RH), uma iniciativa pioneira da agência que procura reunir vários especialistas da área de RH a partilhar experiências e conhecimentos sobre um assunto actual do sector. O convidado José Bancaleiro analisou o tema “Remunerar o capital humano: principais tendências” e forneceu algumas características para um sistema de remuneração de RH eficaz: “deve ser justo internamente e competitivo externamente, motivar individual e colectivamente e de fácil administração”.

O actual Director Central de Recursos Humanos do Banco Finantia considera que “se gerir é atingir objectivos através de pessoas, então é necessário fixar metas e recompensar o sucesso”. Na sua opinião, um sistema de recuperação deve “incentivar a aprendizagem e melhoria contínua, estar alinhado e contribuir para o negócio, facilitar o trabalho em equipa e reter o talento humano certo”.

 

 

 

 

PAULO KUTEEV-MOREIRA DISSE-NOS

 

 

 


Paulo Kuteev-Moreira, doutorado em Health Services Management pela Manchester Business School da University of Manchester, tem 15 anos de experiência profissional no sector da saúde. Iniciou carreira numa multinacional britânica e, em Portugal, foi assessor da Secretaria de Estado da Saúde e da Direcção-Geral de Saúde. Actualmente, é professor na Escola Nacional de Saúde Pública e consultor do Ministério da Saúde, sendo speaker convidado em diversas instituições de ensino. Em 2007, publicou o livro ‘Políticas de Saúde: Ensaios para um Debate Nacional’, que esgotou a primeira edição em seis meses.

Flash: Qual o segredo para uma boa comunicação em saúde?
Acima de tudo um conhecimento profundo da cultura do sistema de saúde e das dinâmicas de poder e influência. No que diz respeito à cultura, é fundamental acreditar nos valores inerentes aos princípios humanistas que regem o desenvolvimento do sector. Essa visão deve sempre prevalecer por forma a promover um equilíbrio entre as pressões para as avaliações economicistas ou de produtividade e as necessidades do cidadão. Essas são as características essenciais para se trabalhar nas funções de comunicação em saúde.

Flash: Os gestores de saúde dispensam o tempo necessário ao planeamento eficaz da comunicação?
Infelizmente não. Entre os gestores do sector, há uma enorme iliteracia nas temáticas de gestão em saúde, em geral, e comunicação, em particular. Sendo a comunicação central para a gestão contemporânea, no sector da saúde e sobretudo no sector hospitalar público, tende a ser considerada secundária. Na verdade, é ignorada como factor estratégico da mudança num sistema que, por paradoxo, está constantemente em mudança. Existe outro problema que são as interpretações erradas relativamente aos papéis dos profissionais de comunicação no sector hospitalar. Cada administração faz uma leitura diferente e, por vezes, atribuem funções completamente desfasadas do que pode ser o contributo desta função para o desenvolvimento organizacional.

Flash: A comunicação em saúde é uma forma de motivar equipas?
Sem dúvida. Esse é um excelente exemplo das funções da comunicação ao nível hospitalar. Ajudar a desenvolver competências, programas de inovação e desenvolvimento organizacional que dependem grandemente de planos de comunicação produzidos e implementados com rigor e competência técnica. É devido a falhas de comunicação que a maior parte das reformas nas organizações, e até do nosso sistema de saúde, começam a ruir.

Flash: Que importância tem a comunicação na estratégia da saúde em Portugal?
Devia ter muita, mas não lhe é atribuída nenhuma. O que vemos, em contextos tão exigentes do ponto de vista da comunicação como a Direcção-Geral da Saúde, Alto Comissariado para a Saúde, Administrações Regionais e outros níveis importantes para a decisão e implementação das estratégias do sector, são habitualmente acções pontuais e sem articulação estratégica. Salvo honrosas excepções, é de tal modo medíocre que ficamos preocupados com a utilização do dinheiro dos nossos impostos. Em Portugal, a comunicação na saúde é uma área muito deficitária de recursos e investimento profissional, essencialmente por culpa das organizações responsáveis que ainda não sabem enquadrar esta função no seu seio.

 

 

 

 

 Lá por fora

 

 





 


A importância crescente da Responsabilidade Social das Empresas

A Responsabilidade Social das Empresas (RSE) é muitas vezes confundida com o apoio a projectos comunitários ou de caridade. O conceito engloba três dimensões: criação de riqueza, componente ambiental e social. Ao criar riqueza, as organizações remuneram melhor os colaboradores, pagam impostos, produzem produtos e serviços úteis aos clientes, enriquecem fornecedores e parceiros de negócios. Hoje, a RSE assume-se como factor de competitividade. Todas as empresas deviam assumir como prioritário ser socialmente responsável e retribuir algo à sociedade onde estão inseridas. Para além de ser a atitude correcta, permite fortalecer laços com os consumidores e obter impacto mediático completamente diferente do gerado pelo marketing tradicional.

Não há nada de condenável em querer retorno mediático pelas boas acções corporativas, de facto, é até positivo. Ao gerar notícias sobre práticas de RSE, as empresas estão igualmente a dar visibilidade às entidades apoiadas e a temas preocupantes, como impacto ambiental ou desenvolvimento sustentável. Basicamente, é uma situação em que todos ficam a ganhar. Na hora de decidir comunicar um projecto de RSE, há aspectos-chave a ter em conta:

1. Segmentar informação: a maioria dos media tem jornalistas que acompanham a área de RSE;
2. Conta mais a intenção do que o valor: é normal que as organizações não disponham de orçamentos elevados para práticas de RSE, mas mais importante do que o montante, é a intenção da acção. Existem muitas ONG’s (organizações não-governamentais) que dependem unicamente de donativos para manter actividade. Seleccionar uma instituição que se enquadre nesta situação e oferecer apoio, é um facto meritório;
3. Criatividade conta: quanta mais criativa for a acção, mais impacto mediático gera. Doar expertise, ou seja, ceder os serviços da empresa pro bono, e estabelecer um “Dia RSE” anual, em que os colaboradores se dedicam a tarefas socialmente responsáveis, são sugestões em ter em conta.


Adaptado de www.allaboutpublicrelations.com

 

 

 

 

Dos nossos clientes para si

 

 


 


MINI-BREAKS: UMA ALTERNATIVA SAUDÁVEL

Os Mini-Breaks, da Kellogg’s, são a solução ideal para quem se preocupa em manter a linha, mas não abdica de um snack delicioso. Disponíveis em quatro variedades – Special K de Chocolate, Special K Classic, All-Bran de Morango e All-Bran Açúcar mascavado e canela – são pequenos triângulos e quadrados de cereais, embalados em saquetas individuais. Desfrute de todo o prazer desta irrestível tentação!

 


PÁGINAS AMARELAS NO TELEMÓVEL

Há uma nova forma de aceder às listas das Páginas Amarelas... através do telemóvel! A partir de agora, os contactos empresariais estão disponíveis para consulta através do Directório Móvel DIMO. O serviço é disponibilizado pelas quatro operadoras nacionais (Optimus, TMN, Vodafone e Phone-IX). Basta pesquisar a categoria “Utilidades” em www.dimo.pt ou inserir a keyword “pai” directamente no motor de busca.

 

 

 

 

 

 Anote na sua agenda

 

 

 

 

17 e 18 de Dezembro (Lisboa)

Instrumentos de comunicação interna que funcionam: intranet, newsletters e blogs

 

 

 

 

 

 

Quem é quem na comunicação

 

 

Ricardo Costa passa a director-geral adjunto da SIC

Ricardo Costa vai assumir o cargo de director-geral adjunto da SIC a partir de 1 de Janeiro de 2008. Actualmente, o jornalista desempenha as funções de director da SIC Notícias e director-adjunto da SIC. José Bastos e Silva mantém-se como director-geral da estação de Carnaxide.


Miguel Cadete à frente do Actual

A direcção do Expresso nomeou o jornalista Miguel Cadete para o cargo de editor do caderno Actual, função que acumula com a direcção do Blitz. O novo responsável substitui Miguel Calado Lopes.

 

 

 

 

 


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O Grupo Inforpress, Agência de Comunicação e Relações Públicas, fundado em 1988, conta com uma equipa de consultores especializados no desenvolvimento de estratégias de comunicação, assessoria de imprensa, formação, eventos, comunicação de crise e responsabilidade social corporativa. A nível internacional, o Grupo Inforpress está integrado na PROI, a primeira rede de consultoras independentes de comunicação.

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